Sobre moscas e lâmpadas
Desde 1880 o modelo de lâmpada incandescente predomina e remete todos os créditos a Thomas Edison, seu inventor. O que já se sabe e muito é que essas lâmpadas geram maior consumo de energia que as lâmpadas fluorescentes.
É por isso, que a Nova Zelândia e a Austrália vão proibir o uso de lâmpadas incandescentes até 2009. Ou seja, vão reduzir drasticamente o consumo de energia, contribuir para a redução do aquecimento global e, de quebra, impulsionar a venda das fluorescentes, ecologicamente mais caras e contraditórias. As lâmpadas são frágeis e algumas são recheadas de mercúrio, o que oferece alto risco à saúde.
As lâmpadas fluorescentes têm maior capacidade de transformar a energia eletromagnética em luz que em calor. Ao contrário das primas pobres, incandescentes, que gastam cerca de 90% da energia aquecendo o ar em sua volta.
Sorte das moscas (que têm dentes), mas que se dependerem do governo da Nova Zelândia, vão morrer de frio.
Solução
As lâmpadas de LED apresentam uma relação custo/benefício muito interessante, além do que representam uma adequação ao quesito sustentabilidade, pois são muito mais eficientes na relação de produção de luz e dispersão de calor, que as lâmpadas fluorescentes.
Ainda mais porque é possível fazer sua própria lâmpada em casa.

